Decreto foi publicado nesta sexta-feira (22) e autoriza realização de missas, cultos e outras atividades religiosas.

Cidade tem uma morte por coronavírus e 28 casos da doença confirmados.

Paróquia Santuário Santo Antônio de Pádua em Caçapava Divulgação/Diocese de Taubaté A Prefeitura de Caçapava publicou um novo decreto nessa sexta-feira (22) liberando a realização de missas, cultos e outras atividades religiosas.

(veja abaixo o que dizem as igrejas) No último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do município, dessa sexta-feira (22), a cidade registrava uma morte por Covid-19, 28 casos confirmados e investiga 16 casos suspeitos.

O decreto estabelece que para garantir o funcionamento das atividades religiosas, é necessário intensificar as ações de limpeza, disponibilizar álcool em gel ou água e sabão, controlar o acesso de fiéis e respeitar a distância mínima de 1,5 metro por pessoa.

De acordo com o prefeito Fernando Diniz (PV), o município segue as determinações do decreto federal, que qualificou como essenciais as atividades religiosas de qualquer natureza, obedecendo às determinações do Ministério da Saúde.

"A abertura das igrejas nunca esteve vedada, podia sem a realização de missas.

Isso porque no início não tínhamos um conhecimento profundo, nem estávamos preparados para enfrentar a doença.

Agora que conhecemos melhor, entendemos que é possível, por isso liberamos.

Foi um momento para a população aprender sobre a doença e se proteger", explicou. O prefeito diz ainda que é necessário prudência dos fiéis para manter os templos em funcionamento.

"As igrejas são uma ferramenta espiritual que eu acho fundamental nesse momento porque é importante que as pessoas tenham uma assistência religiosa.

Vivemos outro tempo e as pessoas precisam ter consciência que não vai ser como antes.

Quem é do grupo de risco deve ficar em casa", orientou. O que dizem as igrejas De acordo com a Diocese de Taubaté, que abrange 11 municípios da região, entre eles, Caçapava, os padres da cidade se reuniram e decidiram aguardar ao menos até o dia 31, que é quando se encerra também o prazo de isolamento no Estado de São Paulo.

Após essa data, eles vão se adequar às novas condições para atender o que for determinado pelo Estado. Procurada pela reportagem, a Igreja da Cidade informou que analisa o decreto para decidir se deve abrir nos próximos dias.