Parece que eles estão vivendo o Atos 2, as atividades da Igreja primitiva, onde os cristãos sabiam cuidar dos que sofrem de doenças infecciosas.

Esse mesmo “cuidado sacrificial” é mostrado por alguns jovens cristãos em Mianmar.

Os jovens voluntários responderam a um apelo da Comissão Nacional da Juventude, convidando os jovens de Mianmar a ajudar seu país diante da crise de saúde.

Desde então, dezenas de jovens cristãos estão ao lado de funcionários do hospital em Yangon (também conhecido como ‘Rangoon’), a capital de Mianmar e a maior cidade do país.

Alguns deles deixaram temporariamente o emprego para poder se voluntariar e ajudar no hospital.

A gerência do hospital, médicos e líderes da igreja os elogiaram, expressando a esperança de que “possam inspirar outras pessoas a compartilhar seu tempo, energia e serviço para o bem comum”.

A Portas Abertas, por meio de parceiros locais, até agora conseguiu distribuir alimentos e outras ajudas de emergência para 4.

200 famílias afetadas pelo covid-19 e pelas medidas de bloqueio.

Mianmar foi dilacerada por vários conflitos internos por décadas, no que se diz ser a guerra civil em andamento mais longa do mundo.

As lutas entre grupos étnicos e o exército ocorrem regularmente no nordeste de Mianmar, onde vivem grandes bolsões de cristãos.

Em 2017, os rohingyas, principalmente muçulmanos, foram expulsos do estado de Rakhine, no que o Tribunal Internacional de Justiça chamou de “genocídio” por parte de Mianmar.

O país ocupa o 19º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2020, que classifica os 50 países mais hostis ao cristianismo.

Além da vulnerabilidade que os cristãos enfrentam ao serem perseguidos, este ano eles ainda estão vulneráveis ao coronavírus, que afeta o mundo inteiro em uma pandemia.

Para ajudar os cristãos birmaneses e em mais de 70 países em que a organização atua durante a pandemia, a Portas Abertas criou a Campanha Emergencial Covid-19.

Acesse e saiba como fazer parte dessa corrente de generosidade.