Na Delegacia Participativa, homem alegou que, ao cruzar com a vítima, acabou se desequilibrando e com isso esbarrou na jovem.

Polícia Civil registrou o caso e liberou o envolvido.

Caso foi registrado na Delegacia Participativa da Polícia Civil Stephanie Fonseca/G1 A Polícia Militar deteve na tarde desta segunda-feira (13) um homem de 42 anos suspeito de ter passado a mão na bunda de uma moça, de 21 anos, no Calçadão da Rua Tenente Nicolau Maffei, no Centro de Presidente Prudente (SP). O suspeito foi levado à Delegacia Participativa e acabou liberado pela Polícia Civil, após o registro do caso. De acordo com as informações do Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia Participativa da Polícia Civil, a vítima abordou policiais militares que faziam patrulhamento rotineiro pelo Centro de Presidente Prudente e contou que caminhava pelo Calçadão, acompanhada de sua irmã, quando um homem desconhecido havia passado a mão nela. A jovem contou que, ao interpelar o homem, ele não teria gostado da atitude e, temerosa, a vítima se abrigou em um estabelecimento comercial. Segundo o Boletim de Ocorrência, o desconhecido saiu do local, tomando o rumo da Avenida Brasil. Com informações sobre as características físicas do suspeito, os militares conseguiram abordá-lo no cruzamento das avenidas Brasil e Washington Luiz. Conforme o Boletim de Ocorrência, o suspeito alegou aos militares que havia “dado um tapa na bunda de uma moça, mas sem maldade”. A vítima e o suspeito foram levados à Delegacia Participativa, onde prestaram declarações à Polícia Civil. A moça afirmou que havia levado um tapa na bunda desferido pelo suspeito. Já o suspeito disse, na delegacia, que, ao cruzar com uma moça, acabou se desequilibrando, pois tem problemas no joelho, e com isso esbarrou na jovem, mas não passou a mão na bunda dela.

Ele também contou que havia ingerido pinga. A Polícia Civil decidiu registrar o caso como importunação sexual, objetivando “uma melhor individualização de condutas, a fim de que a autoria e a materialidade, estas sim, restem bem delineadas e desprovidas de dúvidas em sede de apurações própria, a fim de que possa o Poder Judiciário declarar ou não a existência de responsabilidade criminal e impor eventual sanção penal”. Veja mais notícias em G1 Presidente Prudente e Região.